Links, textos e fontes usados para montar a apresentação “A Empresa que Aprende”.
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Estratégia, vantagem e IA como infraestrutura
Referências para a tese principal: IA está caminhando para infraestrutura, e a vantagem passa a depender do que a empresa constrói e aprende com o uso.
Fonte principal
A frontier without an ecosystem is not stable
Satya Nadella
Texto sobre IA, empresas, capital humano, token capital, aprendizado organizacional e o risco de concentrar valor nos modelos de fronteira.
Uso no material
Base conceitual para a tese de que empresas precisam construir sistemas próprios de aprendizado, não apenas consumir modelos.
Referências para tratar agentes como software real: execução durável, sandbox, aprovações humanas, evals, observabilidade e rollback.
Fonte principal
Introducing eve
Vercel
Apresentação do framework open-source Eve para construir, rodar e escalar agentes em produção.
Uso no material
Exemplo de agentes tratados como software sério, com durable execution, sandbox, human-in-the-loop approvals, subagents, evals, observabilidade, CI e rollback.
Referências para o argumento de que IA barateia produção, mas aumenta a importância de avaliação, observabilidade e disciplina.
Fonte principal
AI demands more engineering discipline. Not less
Charity Majors
Texto sobre IA, geração de código, validação, produção, observabilidade, evals e a ideia de que sistemas não determinísticos exigem mais disciplina, não menos.
Uso no material
Base para a frase “Quanto mais barato fica produzir, mais caro fica saber se aquilo presta.”
Referências para discutir como empresas grandes também erram transições tecnológicas, seja por subestimar a mudança ou por reagir com pânico operacional.
Fonte principal
Why is Meta destroying its engineering organization?
Gergely Orosz / The Pragmatic Engineer
Artigo sobre a reorganização de engenharia da Meta em torno de IA.
Uso no material
Anedota estratégica sobre urgência sem estratégia, métricas ruins e risco de destruir capacidades internas.
New AI fake text generator may be too dangerous to release, say creators
The Guardian
Referência histórica sobre o lançamento do GPT-2 em 2019. A OpenAI decidiu não liberar o modelo completo inicialmente, alegando risco de uso malicioso. A matéria também cita Dario Amodei, então diretor de pesquisa da OpenAI, explicando o salto de escala do modelo e do dataset.
Uso no material
Apoiar o ponto de que a comunicação pública sobre risco, misuse e contenção de modelos já aparecia antes do ChatGPT e antes da Anthropic.
Comentário com tabela de leaderboard de modelos: à medida que o desempenho se comprime, conseguir 80–85% da capacidade dos modelos de fronteira por uma fração do preço sinaliza commoditização. O modelo ainda importa, mas a vantagem migra para o que a empresa constrói ao redor — contexto proprietário, workflows, distribuição, avaliação, memória, governança e produto.
Uso no material
Reforça o argumento “modelo não é moat”: se vários modelos entregam desempenho aceitável a preços muito diferentes, a empresa precisa de portabilidade e da própria camada de avaliação.
Categoria de produtos e práticas que tornam documentos, decisões, CRM, tickets, reuniões, políticas e playbooks acessíveis com permissão e confiança. O paper clássico de Stein & Zwass, “Actualizing Organizational Memory with Information Systems”, mostra como sistemas de informação podem sustentar a memória organizacional e preservar conhecimento reutilizável.
Uso no material
Base para o argumento “antes de agentes, memória”: memória não é só cultura — ela pode ser desenhada nos sistemas.